Incompreensíveis!

Boas leituras hoje. De comédia à terror passando pelas tradicionais notícias e demais frivolidades do meu trabalho.

A frase do dia:

“Incomprehensible men! Wrapped up in meditations of a kind which I cannot divine, they pass me by unnoticed.” (Edgar Allan Poe - MS. Found in a Bottle)

“Homens incompreensíveis! Perdidos em meditações de uma espécie que não consigo entender, passam por mim sem notar-me.” (Edgar Allan Poe - MS. Found in a Bottle)</blockquote>

Faz lembrar inevitavelmente de “Behind Blue Eyes” do The Who e re-produzido há poucos anos (simplificadamente) por Limp Bizkit. Acompanhe a letra com a interpretação de Bryan Adans ao vivo no Royal Albert Hall em 2000 (imperdível pelo rock sério).

No one knows what it's like To be the bad man To be the sad man Behind blue eyes No one knows what it's like To be hated To be fated To telling only lies But my dreams They aren't as empty As my conscience seems to be I have hours, only lonely My love is vengeance That's never free No one knows what it's like To feel these feelings Like I do And I blame you No one bites back as hard On their anger None of my pain and woe Can show through But my dreams They aren't as empty As my conscience seems to be I have hours, only lonely My love is vengeance That's never free When my fist clenches, crack it open Before I use it and lose my cool When I smile, tell me some bad news Before I laugh and act like a fool If I swallow anything evil Put your finger down my throat If I shiver, please give me a blanket Keep me warm, let me wear your coat No one knows what it's like To be the bad man To be the sad man Behind blue eyes Ninguém sabe como é Ser o homem mau Ser o homem triste Por trás de olhos azuis Ninguém sabe como é Ser odiado Ser destinado A contar apenas mentiras Porém os meus sonhos Não são tão vazios Como minha consciência parece ser Eu tenho horas, apenas sozinho O meu amor é uma vingança Que nunca está livre Ninguém sabe como é Sentir estes sentimentos Como eu sinto E culpo você Ninguém devolve uma mordida tão forte Na sua raiva Nada da minha dor e angústia Pode transparecer Porém os meus sonhos Não são tão vazios Como minha consciência parece ser Eu tenho horas, apenas sozinho O meu amor é uma vingança Que nunca está livre Quando meu punho se fechar, abra-o Antes que eu o use e perca a calma Quando eu sorrir, conte-me uma notícia ruim Antes que eu ria e aja como um estúpido Se eu engolir algo mal Coloque os dedos na minha garganta Se eu tremer, por favor me dê um cobertor Me mantenha aquecido Deixe-me usar seu casaco Ninguém sabe como é Ser o homem mau Ser o homem triste Por trás de olhos azuis
Tiago Luchini · 18 Dec 2007