América do Sul com parafuso solto
Se a sua leitura do jornal falhou em pescar essa notícia, vale um destaque aqui.
Depois do presidente da Bolívia Evo Morales ter rechaçado as petrolíferas de seu país, agora é a vez de Rafael Correa, presidente do Equador.
Em resumo, o contrato entre o Estado e as empresas era dividir as receitas em 50%/50%. O presidente Equatoriano resolveu transformar em mais “justo” (segundo suas palavras) e mudou unilateralmente os contratos para 99% para os cofres públicos e 1% para as empresas.
O que isso significa? Que a América do Sul está perdendo os poucos pontos internacionais que tem e está dando passos largos para o passado sob a frágil bandeira do populismo.
A nossa Petrobrás está no barco mais uma vez com investimentos na ordem de US$ 430 milhões realizados no país desde 1996 e mais US$ 300 milhões na ponta da caneta.
Minha opinião é radical: quer nacionalizar alguma coisa? Que sejam setores importantes como educação e saúde. Petróleo não vai deixar ninguém mais educado e nem aumentar a expectativa de vida de ninguém.
