Fin... do mundo (parte 2)
Alguns dos 6 leitores desse blog expressaram indignação à minha afirmação que a Fin… lândia é o Fin… do mundo. Realmente, se interpretado dessa forma seca, soa agressivo.
Portanto, me explico melhor. Minha visão é empírica: o Brasil é bem longe de Londres por exemplo. Portanto, um vôo São Paulo - Londres deve ser realmente muito caro. Afinal de contas, você tem que atravessar aquele oceano enorme e quero ter certeza que o avião não vai cair na água no caminho.
Fora os vários filmes que eles precisam passar para te manter distraído enquanto o sangue coagula em suas pernas exprimidas da classe econômica. Se eu fosse no cinema assistir todos aqueles filmes, com certeza já pagava parte da passagem.
Já a Finlândia fica praticamente dentro da Europa - em tese. Vôos intra-Europa deveriam ser econômicos e acessíveis. Apenas em tese - reforço. Na prática existem várias alternativas mas as taxas aeroportuárias, dias disponíveis e transportes auxiliares (trens, ônibus e afins) fazem com que as viagens sejam bem impeditivas financeiramente (a não ser que você seja algum milhonário extravagante).
Uma opção semi-factível é agendar uma passagem econômica sem direito à refeição, sem direito à check-in de malas, num período totalmente desconexo, com 7 meses de antecedência e que conecte dois aeroportos em posições geográficas bizarramente impráticas.
Isto posto: Inglaterra, no inverno estamos por aí!
PS.: percebam que subi minhas estatísticas de 4 leitores para 6. Aparentemente os leitores do blog subiram em 50%! Um fato para celebrar!
