O Maquinista
Entretanto, o filme que mais me atraiu foi “O Maquinista”, producão Espanhola de língua Inglesa de 2004 que só pode ser resumida em um único adjetivo e seu adjunto: absurdamente brilhante.
Um estilo de narracão incômodo, confuso e meticulosamente bem alinhavado. A aflicão transmitida e as imagens fortes fazem com que não seja uma película para qualquer estômago. A quantidade de simbologias que o filme apresenta é praticamente mágica: em cada cena, cada detalhe foi pensado, ismiucado e apropriadamente colocado nas imagens. O filme transpira símbolos. Pouco é explicado e, para um observador interessado, nem é necessário.
Não fosse só isso, a obra-prima traz uma mensagem fantástica e altamente auto-reflexiva. Para entender o tema e aceitar o desfecho, o expectador precisa ter uma boa dose de introspeccão. Se o mesmo expectador enxergar os símbolos descarados, garanto um entretenimento para ficar registrado pela vida toda.