Talvez... apenas talvez
Já desisti de acompanhar a política várias vezes. Sempre acabo voltando atrás. Deve ser algum gosto oculto pelo mórbido e fugaz… não sei especificar.
Essa estória do Vavá, irmão de Lula, já me cansou (sim Estória com ‘E’, porque política é um conto de fadas - não é realidade).
Os jornais de hoje indicam que uma mulher não identificada informou a Vavá que “a coisa está muito feia”.
Tenho vergonha de uma notícia dessas. É uma ofensa à minha inteligência. Talvez seja só eu - apenas talvez - mas num diálogo normal eu espero algo do tipo:
Alô, Tiago? Tudo bem?
Ao que eu respondo:
Oi Roberto! Tudo tranquilo e por aí?
Isso se eu reconhecer a voz do indivíduo. Se eu não reconhecer devo perguntar:
Oi. Quem fala?
Ao que a pessoa responde obviamente com o seu nome.
Qualquer falha nesse protocolo é no mínimo… estranho. Fico me questionando como que “uma mulher não identificada” mantém um diálogo com alguém.
Mesmo que alguém seja muito íntimo e consiga travar uma conversa com “Oi, sou eu, tudo bem?”, a pessoa do outro lado pode sempre ser questionada com quem estava falando.
Talvez - apenas talvez, seja só eu que veja as coisas assim.
